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A Obra de Deus em Cooperação


TEMA: FAZENDO A OBRA DE DEUS EM COOPERAÇÃO

TEXTO: Neemas 1.1-3

1 Palavras de Neemias, filho de Hacalias. Ora, sucedeu no mês de quisleu, no ano vigésimo, estando eu em Susã, a capital,

2 que veio Hanâni, um de meus irmãos, com alguns de Judá; e perguntei-lhes pelos judeus que tinham escapado e que restaram do cativeiro,  e acerca de Jerusalém.

3 Eles me responderam: Os restantes que ficaram do cativeiro, lá na província estão em grande aflição e opróbrio; também está derribado o muro de Jerusalém, e as suas portas queimadas a fogo.



INTRODUÇÃO:
A vida de Neemias era baseada em sacrifício, à oração e à tenacidade. Neemias, o personagem principal, renunciou a um cargo de responsabilidade e bem remunerado perante o rei da Pérsia, no ano de 445 a.C., a fim de construir os muros de Jerusalém e congregar os judeus como nação (1:1 - 3:32). Seus trabalhos provocaram a intensa oposição de homens poderosos, mas Neemias se sobrepôs às ameaças, adotando sábias medidas defensivas (4:1-23). Solucionou a falta de unidade interna enfrentando o problema mediante exemplo pessoal digno (5:1-19), e resolveu as acusações falsas mediante discernimento e coragem (6:1-14).
Terminada a reconstrução dos muros, tomou medidas para que a cidade estivesse plenamente habitada (6:15 - 7:73), mas, acima de tudo, tomou providências para que Esdras lesse a lei a fim de que o povo pudesse reger sua vida por ela (8:1-18). Ele e o povo confessaram os pecados nacionais, buscaram o perdão divino, e renovaram a aliança com Deus (9:1 - 10:39). Foi trazida gente da cidade, fizeram-se preparativos para os cultos de adoração, e os muros foram consagrados (11:1 - 12:47). Mas com o decorrer dos anos, o fervor do povo começou a declinar, e Neemias viu-se forçado a introduzir novas reformas, mesmo em face da oposição. (13:1-31).
O livro mostra a necessidade da oração e de uma atitude firme na obra de Deus. As orações de Neemias constituem um excelente estudo.
ü    O inverno estava chegando em 445 a.C., e Neemias estava na cidadela em Susã, a sede do governo persa. Uma geração antes, no mesmo lugar, Ester e Mordecai conseguiram salvar os judeus da matança tramada por Hamã. Neemias estava entre os judeus que ainda moravam fora do seu país, mesmo 90 anos depois da volta de Zorobabel para reconstruir o templo e povoar novamente a cidade de Jerusalém. Neemias foi copeiro do rei, uma pessoa respeitada pelo homem mais poderoso do mundo.
ü    Hanani fez a viagem de 1.600 quilômetros de Jerusalém a Susã para visitar seu irmão, Neemias. As notícias que ele levou entristeceram Neemias. Hanani disse que o povo de Jerusalém encontrava-se numa situação precária e insegura, sujeito às agressões dos povos que controlavam as regiões adjacentes à cidade.

SUBTEMA : Neemias: Vamos Construir! 

ü    Neemias, extremamente preocupado com o bem-estar dos seus parentes e compatriotas, chorou, jejuou e orou ao Senhor. Ele baseou suas petições nas grandes promessas de Deus, certo da fidelidade de Deus em cumprir a sua palavra. Pediu que Deus estivesse com ele diante do rei da Pérsia.
http://www.estudosdabiblia.net/images/pencil.gifLição: Devemos buscar a vontade de Deus e o bem de seu povo.


ü    Quatro meses depois, já no início da primavera, Neemias teve sua oportunidade de agir. O rei Artaxerxes percebeu a tristeza de seu copeiro, e perguntou o motivo. Neemias explicou a sua preocupação com o povo em Jerusalém. Quando o rei ofereceu ajuda, Neemias orou a Deus e fez seus pedidos ao rei: Œ Licença para ir a Jerusalém para reedificar a cidade,  Cartas para assegurar sua passagem pelas províncias no caminho, e Ž Autorização para o uso de madeiras da floresta na construção. Pela bondade de Deus, o rei deu tudo que Neemias pediu, e este partiu para Jerusalém.
http://www.estudosdabiblia.net/images/pencil.gifLição: É importante orar e planejar antes de agir.


A Vistoria da Obra (2:11-16)
ü    Neemias chegou em Jerusalém sem fanfarra, e esperou três dias antes de começar o seu trabalho. Ele saiu de noite, levando poucos homens, sem anunciar o seu propósito.
ü    Naquela noite, Neemias percorreu a cidade de Jerusalém, fazendo vistoria das muralhas. Antes de dar alguma orientação ao povo, ele precisava entender a situação.
http://www.estudosdabiblia.net/images/pencil.gifLição: Devemos entender os problemas antes de propôr as soluções.


ü    O Apelo ao Povo (2:17-18)
Depois de terminar sua vistoria, Neemias falou com o povo e fez seus apelos. Ele falou sobre Œ O problema – a miséria do povo,  A necessidade de agir para resolver o problema, e Ž A dependência em Deus para alcançar a solução.
http://www.estudosdabiblia.net/images/pencil.gifLição: Para resolver qualquer problema espiritual, precisamos considerar as mesmas três coisas.


ü    A Resposta dos Judeus (2:18)
Neemias não pretendeu fazer a obra sozinho. Precisou da cooperação do povo para edificar as muralhas. Os judeus se mostraram dispostos e começaram os seus preparativos para o trabalho de construção.
http://www.estudosdabiblia.net/images/pencil.gifLição: O trabalho bem-sucedido no reino de Deus depende da nossa disposição e cooperação.


ü    A Oposição (2:10,19-20)
Ao longo do relato da construção, há referências à oposição dos povos vizinhos. Eles não queriam deixar Jerusalém ficar forte e próspera, e fizeram tudo que foi possível para intimidar o povo e impedir a obra. Neemias não cedeu à pressão dos adversários. Ele confiou em Deus, e recusou dar ouvidos aos adversários.
Eles até sugeriram que o trabalho fosse ilegal, procurando provocar medo de problemas com o governo, mas Neemias não cedeu. Deus estava com ele, e as ameaças dos adversários não impediriam o trabalho do Senhor (6:9).
Em outras épocas da história bíblica, os servos do Senhor enfrentaram perseguições severas, até levando à morte de vários discípulos. Mas confiaram no Senhor e prosseguiam na obra, apesar das ameaças reais dos inimigos. “Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Apocalipse 12:11).
http://www.estudosdabiblia.net/images/pencil.gifLição: Deus é mais forte do que todos os seus adversários. Se confiarmos nele, teremos bom êxito no trabalho.


ü    A Cooperação Prática na Obra (3:1-32)
O capítulo três de Neemias, na minha opinião, é o mais bonito do livro. A primeira vista, pode não perceber a beleza dele, pois contém uma lista de nomes e detalhes geográficos. Mas estes nomes e referências a lugares mostram como cada família e cada pessoa contribuíram à obra de construção.
Uma família assumiu a responsabilidade de edificar um trecho do muro, enquanto outra ergueu o próximo. Do sumo sacerdote e maiorais do povo aos residentes comuns de Jerusalém e de outras cidades judaicas, o povo pôs a mão à massa e trabalhou dia e noite. Neemias comentou sobre este espírito de cooperação: “Assim, edificamos o muro... porque o povo tinha ânimo para trabalhar” (4:6). Quantas vezes falhamos em nosso trabalho diante do Senhor por motivo de desânimo? O dever precisa vencer o desânimo!
http://www.estudosdabiblia.net/images/pencil.gifLição: Devemos ser servos humildes – todos nós – dispostos e ativos no trabalho de Deus.


ü    A Proteção Divina e a Responsabilidade Humana (4:1-23)
Devido à disposição do povo para trabalhar, as muralhas chegaram à metade de sua altura, e começaram a fechar as brechas. Neemias ouviu que os inimigos se preparavam para atacar a cidade. A reação dele mostra uma atitude excelente de fé e responsabilidade: “Porém nós oramos ao nosso Deus e, como proteção, pusemos guarda contra eles, de dia e de noite” (4:9).
Quando enfrentamos desafios na vida, não devemos ficar de braços cruzados. Devemos fazer o que podemos, dentro dos papéis definidos pelo Senhor, para resolver os problemas. Por outro lado, seria tolice achar que todas as soluções se encontram em nossas mãos. Devemos, como Neemias, orar ao Senhor e confiar nele para cuidar das coisas que são maiores do que nós.
http://www.estudosdabiblia.net/images/pencil.gifLição: O servo de Deus vive pela fé e ora sem cessar, mas não foge da responsabilidade de cumprir os seus deveres.


A Luta pela Família (4:12-14)
Quando Neemias organizou os trabalhadores para se defenderem contra os adversários, ele chamou todos a pelejarem pelas próprias famílias (4:14). O desejo de salvar as próprias famílias motivou os judeus a trabalharem e vigiarem constantemente. Deve ter o mesmo efeito em nossas vidas. Mas as ameaças maiores hoje são os ataques espirituais que o Adversário faz constantemente, bombardeando as nossas famílias com tentações que ameaçam nos levar à perdição.
http://www.estudosdabiblia.net/images/pencil.gifLição: Pelejemos pela família!


ü    A Obra Terminada (6:15-16)
Depois de duas gerações de empecilhos e desculpas, Neemias e o povo se dispuseram a trabalhar e realizaram a obra em apenas 52 dias! Quantas vezes negligenciamos e imaginamos muitos motivos para não fazer o nosso dever, quando o trabalho em si poderia ser realizado em pouco tempo?
http://www.estudosdabiblia.net/images/pencil.gifLição: Deixemos de lado as nossas desculpas. Mãos ao trabalho!


ü    Neemias e o povo de Judá aceitaram o desafio e realizaram uma obra importante na construção dos muros de Jerusalém. Aprendemos muitas lições importantes do bom exemplo deles.


1.            SUB-TEMA:Relações Entre as Igrejas Locais

ü    Relações diretas entre as igrejas locais era uma proposição limitada no Novo Testamento. Em uma ocasião (Atos 15) os irmãos de Antioquia vieram a Jerusalém para certificarem-se de que a igreja de Jerusalém não se punha entre eles e a revelação de Deus. Outro caso envolvia diversas congregações, cada uma escolhendo seu próprio mensageiro e enviando auxílio aos santos de Jerusalém porque eram objeto de caridade (2 Coríntios 8).
ü    Relações indiretas entre igrejas envolviam igrejas enviando salários ao mesmo pregador quando ele trabalhava em outra cidade (2 Coríntios 11:8). Também cada igreja tinha que obedecer aos ensinamentos dos apóstolos (1 Coríntios 4:17;  7:17). Igrejas eram usadas como exemplos de generosidade (2 Coríntios 8);  de fé (1 Tessalonicenses 1);  e de infidelidade (Apocalipse 3). Elas saudavam umas às outras (Romanos 16; 1 Coríntios 16) e Paulo orava por todas elas. O homem moderno fica estarrecido por ter havido um contato tão pobre entre as igrejas em vista da tarefa que estava diante delas. Os apóstolos eram pobres, as igrejas que eles tinham que estabelecer seriam pobres também. Poderiam eles pregar o evangelho a todo o mundo?
ü    Primeiro, os apóstolos estavam prontos a dar a cada homem uma resposta pela esperança que havia neles (1 Pedro 3:15). E segundo, os primitivos convertidos eram zelosos como os apóstolos, pois eles "…iam por toda parte pregando a palavra" (Atos 8). Esta era uma busca séria por almas. Como estes professores trabalhavam cada dia, publicamente e de casa em casa!
ü    Em terceiro lugar, havia igrejas locais envolvidas em espalhar a palavra. "Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor não só na Macedônia e Acaia, mas também por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus" (1 Tessalonicenses 1:8).
ü    Fica-se surpreso ao saber que não havia sociedades missionárias ou igrejas patrocinadoras para ajudar na obra. Não havia conferências estaduais da juventude ou retiros cristãos, nenhum evento esportivo regional para igrejas, etc. Certamente, na mente de muitas pessoas verdadeiramente comprometidas de hoje, todos estes programas deveriam estar funcionando.
ü    Esta simplicidade não era acidental. Hebreus 7:14 assume que conhecemos a regra que estabelece as fronteiras de Deus. "Pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca atribuiu sacerdotes." Ele diz que os homens da tribo de Judá não podiam ser sacerdotes. Deus nomeou especialmente os filhos de Arão para serem sacerdotes. Seu mandamento específico tinha um efeito limitado. Exatamente assim, a autoridade dos presbíteros é confinada a cada rebanho, pela mesma regra. "Pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós" (1 Pedro 5:2). A centralização da obra da igreja estava fora da autorização dada por Deus.
ü    Estas igrejas cooperavam? Naturalmente. Cada igreja (e cristão) estava trabalhando com a mesma tarefa todo o tempo: pregar o evangelho ao mundo. O mundo estava em toda a parte, e cada criatura era o alvo. Cada igreja estava trabalhando no mesmo projeto - "todos" - todo o tempo. Cada igreja, cada irmão ou irmã, e cada pregador, estava levando a palavra de Deus ao mundo. Isso era cooperação, na maneira bíblica. Uma igreja era fiel, dependendo de sua relação com Deus, mesmo se ela não soubesse de nenhuma outra igreja no mundo.
ü    Os dois exemplos no Novo Testamento de igrejas sustentando pregadores não envolvem nenhum contato entre as igrejas. "Despojei outras igrejas, recebendo salário, para vos poder servir…" (2 Coríntios 11:8). "E sabeis também vós, ó filipenses, que no início do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja se associou comigo no tocante a dar e receber, senão unicamente vós outros; porque até para Tessalônica mandastes não somente uma vez, mas duas, o bastante para as minhas necessidades"(Filipenses 4:15-16).
ü    Estes eventos foram ocasiões diferentes. Isto é visto pela diferença em: Œ a linguagem, "igrejas" contra "somente vós";   o lugar, "Corinto" contra "Tessalônica"; e Ž o tempo, "no início do evangelho" contra o fim, em "Corinto."  Isto significa que o exemplo de sustentar pregadores sempre foi direto, era cuidar de suas necessidades, era apreciado e relatado pelo pregador, e também ajudava o doador tanto quanto aquele que recebia.
ü    Este modelo responde às necessidades da pregação sustentada pela igreja e não levanta nenhum problema para o futuro.
ü    A verdadeira independência era a razão de haver tão poucos contatos entre as igrejas. Cada igreja ficava na mesma relação de igualdade com a grande missão como qualquer outra igreja. Cada igreja planejava seu próprio trabalho, para ser financiado pelo seu próprio dinheiro. As Escrituras são notavelmente silenciosas com respeito a qualquer igreja fazendo planos para gastar fundos de outra igreja. Tal planejamento teria enchido o Novo Testamento com mapas de organização e regulamentos.
ü    A simplicidade do modelo de Deus!  Cada igreja local sendo cuidada por seus próprios presbíteros (1 Pedro 5:2). Cada igreja sustentando pregadores de sua própria escolha. Cada igreja cuidando de seus próprios necessitados, com seus próprios servos.

A Cooperação na Carta aos Filipenses

ü    Após a saudação, Paulo mostra sua alegria, em forma de ação de graças. É bem diferente da carta aos gálatas, que começou com repreensão (Gl 1.6). Era uma igreja ativa, missionária, de bom testemunho e liberal no sustento. Em Corinto havia mau testemunho e a mesquinharia. A igreja de Filipos a igreja é totalmente positiva. Há igrejas como as da Galácia, cheias de problemas doutrinários. Há igrejas como a de Corinto, cheia de problemas doutrinários, brigas e mau testemunho. Mas há como a de Filipos, boa, amorosa e que dá alegria a quem convive com ela. Que igreja estamos construindo?

ü    COMENTÁRIO TEXTUAL

ü    Vv. 3-4 – Lembrar-se da igreja fazia Paulo dar graças a Deus. Sempre orava por ela. Uma função pastoral é a sacerdotal: interceder pela igreja. Conforme Hebreus 13.17 há igrejas que fazem pastores gemer. Filipos fazia Paulo se alegrar (v. 4).

ü    V. 5 – O motivo da alegria: a cooperação da igreja no evangelho. Não era igreja inativa. Cooperava de duas maneiras: bom testemunho (2.15-16) e liberalidade financeira (4.15-16). Isto “desde o primeiro dia” (a conversão deles, o surgimento da igreja) “até agora”. Era constante, sem altos e baixos. “Cooperação” é o grego koinonia. Significa “compartilhamento de fé de forma fraterna”. Não é peso. É algo que se faz com alegria. A igreja de Filipos era compartilhadora, amiga, fraterna.

ü    V. 6 – Deus “começou a boa obra” e ele mesmo “aperfeiçoará”. Havia um processo de aperfeiçoamento na igreja. Muitos crentes começam a carreira cristã, mas não se aperfeiçoam. Ficam no mesmo estágio. Não crescem. Uma igreja de bom testemunho e liberal é composta de crentes que estão em aperfeiçoamento. A estagnação espiritual impede o testemunho e liberalidade.

ü    V. 7 – “Vos retenho no meu coração” (VR). “Retenho” é um verbo que dá a idéia de “prender”. Ele estava preso (1.13-14) e prendera a igreja, mas no seu coração. Isto porque ela lhe era solidária nas prisões dele e no testemunho pelo evangelho, que era seu ministério. A igreja se solidarizara com ele. Ela se identificara com seu ministério e ele a prendera em seu coração. E ele não sentia afeto apenas por alguns. “Todos vós”. Era uma igreja “fechada” com o pastor, em seus propósitos e ideais.

ü    V. 8 – “Tenho saudades”. Que bonito! Feliz é o obreiro que pode lembrar, sem amarguras, da igreja que pastoreou. Feliz é a igreja da qual um pastor sente saudades.

ü    Uma boa igreja é aquela que desperta saudades em quem viveu nela. Uma boa igreja é solidária aos obreiros do passado, aos missionários e aos que enfrentam lutas. Esta é a igreja por quem os pastores oram com alegria, sabendo que Deus está trabalhando nela. É a nossa igreja? Deus está trabalhando em sua vida, aperfeiçoando você? 


CONCLUSÃO

Algumas coniserações finais

1.            Sempre houve Cooepraçãona Obra de Deus

Moisés elegeu 70 cooperadores - Nm. 11:16, 17, 24.
Josué foi um fiel cooperador - Dt. 34:9 - J. 1:1.
Arão e Miriã eram cooperadores de Moisés - Êx. 4:14-16.
Eliseu era cooperador de Elias - 1Rs. 19:19-21.
Neemias tinha seus cooperadores - Ne. 4:16-20.

2.            Os inimigos da Cooperação:

São os que praticam rebelião - Ne 2:10
São os murmuradores - Nm. 12:1-2, 10
São os que rebelam contra a Obra - Nm. 16:1-3
São os que põe obstáculo contra a obra - Nm. 14:1-3
São os que causam danos à obra - Ne. 4:8
São os desamparam seu companheiros na obra - 2Tm. 4:10

3.            A importância da Cooperação:

A cooperação traz progresso - At. 2:47
Cooperar é um ensino das Escrituras - Ec. 4:9-10
A cooperação estimula a comunhão na Igreja - At. 2:42
A cooperação fortalece os laços de amizade na Igreja - At. 18:1-3 - Rm. 16:3
A cooperação fortalece os laços de amor na Igreja - At. 2:46

4.            Que significa a cooperação:

Significa ser solidário
Significa obediência
Significa assistir o necessitado
Significa estar unido na luta - Êx. 17:12b
Significa levar as cargas uns dos outros - Gl. 6:2-4


5.            O valor da cooperação na obra do Senhor:

Jesus não a dispensou: - Mc. 3:13-15
João Batista fez uso dela - Mt. 9:14
A Igreja Primitiva tinha seus cooperadores - At. 6:3-6
Paulo tinha o seu grupo de cooperadores - Rm. 16:1-23
A Igreja hoje não dispensa os seus cooperadores - 1Co. 3:9




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